Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 10 de abril de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Níveis de alerta na Europa: 2013
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
Os ingleses estão sentindo que os recentes eventos de guerra no mundo podem respingar neles e, portanto, elevaram o nível do alerta de perigo, de "Petulantemente Irritante” para “Petulantemente Entediante”. Mas, sendo necessário, o nível de segurança pode ser elevado para “Não Pertubem” ou, mesmo, para “Você Sabe com Quem Está Falando?” Não se ouve alerta de “Você Sabe com Quem Está Falando?” na Inglaterra desde a blitz, em 1940. Os terroristas foram reclassificados, de “Entediantes” para “Entediantes Sanguinários, Malditos Sejam”. A última vez que os britânicos lançaram alarme de “Entediantes Sanguinários, Malditos Sejam” foi em 1588, quando colidiram com a Armada espanhola.
Os escoceses elevaram o nível de ameaça local à segurança, de “Tô Puto”, para “Vampegá Esses Feládapúta.” Eles só têm esses dois níveis. Por isso, precisamente, os escoceses são postos na linha de frente do exército britânico há 300 anos.
O governo francês anunciou ontem que elevou o nível de alerta antiterrorismo, de “Corra” para “Esconda-se.” Só há mais dois níveis superiores de alerta antiterrorismo na França: “Queremos Colaborar” e “Nos Rendemos”. O nível mais alto de alerta antiterrorismo na França tornou-se necessário, por causa de recente incêndio que destruiu a fábrica francesa de bandeiras brancas, o que paralisou a capacidade militar do país.
A Itália também subiu o nível de alerta, de “Berre o Mais Alto Possível” para “Atenção à Pose de Militar para a Fotografia”. Acima desses, só restam “Operação de Combate deu Errado” e “Mudar de Lado”.
Na Alemanha, o alerta subiu de “Desdenhosa Arrogância” para “Vestir o Uniforme e Entoar Marchas Militares”. Acima desses, para níveis crescentes de ameaça iminente, há ainda “Invada País Vizinho” e “Perca a Guerra”.
Os belgas, por sua vez, fizeram feriado, como sempre. A única ameaça que preocupa os belgas é que a OTAN mude-se de Bruxelas.
Os espanhóis estão excitadíssimos, agora que seus submarinos novos estão prontos. Os submarinos espanhóis, de design arrojado, têm fundo de vidro transparente, para que a nova Marinha espanhola possa ver, in loco, a beleza da velha Marinha espanhola.
A Austrália, daquela “uma espécie de ingleses”, por sua vez, subiu o nível de alarme antiataques de “Tudo Bem” para “Vai Ficar Tudo Bem, Cara”. Restam mais dois níveis: “Uau! Acho que Teremos de Adiar o Churrasco no Fim-de-semana” e “O Churrasco foi Cancelado”. Até hoje, jamais foi decretado esse nível extremo de ameaça.
Saudações,
John Cleese
Um último pensamento: A Grécia está em colapso, os persas (iranianos) estão perdendo a paciência e Roma é um caos. Bem-vindos de volta a 430 AC.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
A arte não tem idade (e a estupidez humana também)

Por Eduardo Galeano
No ano de 1633, mais dia, menos dia, nasceu Gregório de Matos, o poeta que melhor sabia debochar do Brasil colonial.
Em 1969, em plena ditadura militar, o comandante da sexta região denunciou seus poemas, que dormiam o sono dos justos fazia três séculos na biblioteca da Secretaria de Cultura da cidade de São Salvador da Bahia, como sendo "subversivos", e os atirou na fogueira.
Em 1984, num pais vizinho, a ditadura militar do Paraguai proibiu uma peça que ia estrear no teatro Arlequin, por se tratar de "um panfleto contra a ordem, a disciplina, o soldado e a lei".
Fazia vinte e quatro séculos que a peça, As troianas, havia sido escrita por Eurípides.
Comentário do Senhor C.:
- Contribuição do historiador gaúcho a série de pérolas que exemplificam quão infinita é a estupidez humana.
sábado, 24 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Sobre os humoristas brasileiros
| A turma do CQC supera a turma do Casseta e Planeta no reacionarismo? |
Paulo Nogueira
O Brasil, conforme constatou agudamente um leitor do Diário, tem uma esquisitice humorística: os comediantes são reacionários. Não vou entrar no fato de que são essencialmente sem graça. Me atenho apenas ao conservadorismo. Comediantes, como artistas em geral, costumam, em todo o mundo, ser progressistas. Eles quase sempre têm uma forte consciência social que os leva a criticar situações de grande desigualdade e a ser antiestablishment.
Os comediantes brasileiros fogem da regra, e esta é uma das razões pelas quais são tão sem graça. Marcelo Madureira é um caso extremo de conservadorismo petrificado e completo alinhamento com o chamado “1%”. Marcelo Tas é outro caso. De Londres, não o acompanhei, mas ao passar algumas semanas no Brasil, agora, pude ver – sem sequer assistir a um episódio de seu programa – o quanto ele é mentalmente velho.
O que o CQC fez a Genoino em nome da piada oscila entre o patético, o ridículo e o grotesco. Não me refiro apenas ao episódio em si de explorar o drama de Genoíno. Também a sequência foi pavorosa. Vi no YouTube Tas ter uma disenteria verbal ao falar de Genoino. Corajosamente, aspas, chamou-o repetidas vezes, aos gritos, de “mequetrefe”.
Não sou petista.
Jamais votei uma única vez em Genoíno.
Mas Tas tem condições morais — e conhecimento, pura e simplesmente — para julgar e condenar Genoíno? Várias vezes ele diz que Genoíno foi condenado pela justiça. E daí? Quem acredita na infalibilidade da justiça brasileira acredita em tudo, como disse Wellington.
O que me levou a procurar Tas no YouTube foi uma mensagem pessoal que recebi de Ana Carvalho. Ela estava no local em que houve a confusão entre o humorista Oscar Filho e amigos de Genoino. Ana acabou sendo citada num texto que OF escreveu, e ficou tão indignada que decidiu escrever sua versão dos fatos numa carta aberta que ela, cerimoniosamente, me pediu que lesse. Li. Primeiro, ela esclarece: ao contrário do que OF escreveu, ela não é militante do PT. Estava apenas votando, com a família, no lugar do tumulto, e tentou ajudar a serenar os ânimos, como boa samaritana.
Ana relata o que ouviu, na refrega, do produtor do CQC e de Genoino. Do produtor, berros que diziam que os “mensaleiros filhos da puta” iam ser punidos: em vez de um minuto, o programa falaria horas do caso. De Genoíno, ela ouviu: “Calma, calma, sem bater, sem bater”. Mas quem publicaria o que ela ouviu? Essa pergunta Ana fez a si mesma, e é um pequeno retrato da maneira distorcida com que a grande mídia trata assuntos de política no Brasil. A resposta é: ninguém. Nem Folha e nem Estadão e nem Veja e nem Globo publicariam o relato de Ana – embora ela fosse testemunha privilegiada da confusão.
Há formas e formas de violência. O que o pessoal do CQC fez foi uma violência mental, uma tortura. Não faz muito tempo, o mundo soube que presos nos Estados Unidos tinham sido torturados com sessões de música ininterrupta da série Vila Sésamo. Vinte e quatro horas, sete dias por semana. (O autor ficou perplexo com o uso dado a sua canções tão inocentes.)
O que o CQC fez tem um nome: tortura moral. Humor não é isso. Citei, em outro artigo, os repórteres do Pânico que invadiram o funeral de Amy Winehouse para fazer piada. Tivessem sido pilhados, terminariam na cadeia – e teriam formidável dificuldade para convencer a justiça londrina de que a liberdade de expressão, aspas, os autorizava a fazer o que fizeram.
Humor sem graça, como o feito no Brasil, é um horror. Mas consegue ficar ainda pior quando à falta de espírito se junta um reacionarismo patológico, uma completa desconexão com o povo brasileiro, e este é o caso de Marcelo Tas e seu CQC.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Feliz Halloween?! Olha que te jogo meu Saci, hein!

Comentário do Senhor C.:
- A charge é duplamente surreal. Primeiro, pela violência que sugere haver entre os heróis dos quadrinhos Batman e Robin. Segundo, por aquele dizer que este é brasileiro. São figuras e personagens lavradas na cultura do Tio Sam. Como é a difusão de um certo 'dia de Halloween", fruto amargo da difusão do ensino de inglês que, assumindo ares de cultura anglo-americana, difunde ideologicamente o american way of life, mais do que o britânico, pois o império da moda é a colonia britânica de além-mar. Pois bem, apesar do fato mereceu a publicação como uma surda revolta diante do esquecimento pela plebe ignara que hoje também se comemora o Dia Nacional do Folclore. E vivam os esquecidos sacis, iaras, boi-tatás e demais personagens de nosso imaginário que sumiram nas matas envergonhados do esquecimento de colonizados a que foram impostos. E vivam os monteiros lobatos que encheram a nossa infância do encanto de suas estórias.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)














