Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador música brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música brasileira. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de dezembro de 2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

“A Morte do Vaqueiro” – Bixiga 70

O Senhor C. recomenda:
O centenário de Luiz Gonzaga (em 13 de dezembro) vai dar o que falar: série de reportagens no Fantástico, longa-metragem de Breno Silveira e uma tonelada de shows temáticos — tudo isso muito válido para lembrar que o cidadão de Exu (Pernambuco) é um dos maiores artistas da nossa história, foi um precursor nordestino do lema punk “faça você mesmo” e um músico que transformou a música brasileira a partir de sanfona, zabumba e triângulo. O combo Bixiga 70 também entrou na onda e já faz tempo (desde janeiro?) que vem tocando essa absurda versão de “A Morte do Vaqueiro” em seus shows. 
Quem acha que a banda tem de lançar essa pedra em compacto ainda neste ano levanta a mão!


Replicado de Radiola Urbana (blog.revistaurbana.com.br)
.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pausa musical: Homenagem a Nélson Jacobina




Comentário do Senhor C.:


- Deixou-nos, na madrugada de hoje, Nélson Jacobina: imortal parceiro de Jorge Mautner em canções como esta que postamos. Lágrimas Negras foi imortalizada na voz de Gal Costa. Mas há também o sucesso de Maracatu Atômico, perenizado pela voz de Gilberto Gil e depois canonizada pelo arranjo visceral que lhe fizeram Chico Science e Nação Zumbi. 
Vai em paz, Nélson! Dança para sempre o teu maracatu, enquanto nós, que ainda vivemos, te saudamos com nossas negras lágrimas. Belezas são coisas acesas...tristezas são belezas apagadas...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Pausa musical: Chico Buarque



Comentário do Senhor C.:


- Nestes dias em que tudo parece confuso, e as acusações, sem provas e sem fatos, permanecem no ar mesmo após desmentidos, soa o convite para ouvir a voz daquele que, talvez num período marcado pela mesma espécie de torpor e choque, resolveu compor em versos uma história em que alguém acorda porque é preciso chamar o ladrão. Chamemos o ladrão, então, porque parece que os verdadeiros criminosos estão empenhados em nos confundir, gritando na multidão para se disfarçarem: - Olha o Ladrão!!

domingo, 27 de maio de 2012

Pausa musical: Milton Nascimento

Em homenagem ao Veta Dilma.




Comentário do Senhor C.:

 - Debulhar a espiga dos laivos ecologistas e compreender que o meio ambiente é cio, é ciclo, é mutação, é fluxo, é vida. Importa, pois, distinguir como nunca, o que constitui manifestação da mãe terra em seu incessante movimento e o que é interferência indevida e maléfica do homem no seu afã de colonizar as forças da deusa.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Momento musical: uma homenagem as cachoeiras!




Comentário do Senhor C.:

-  Aqui, nos rincões do meu Brasil, relembro entre saudoso e indignado os velhos locutores de circo-teatro mambembes do país afora, oferecendo páginas musicais de fulano para cicrana com todo amor, ou toda a saudade. Enfim...esta música vai para Demóstenes e Cachoeira, uma dupla que ainda tem muito a revelar ao Brasil!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Uma música com carinho para o STF: Tom Zé




O Pib da Pibe
Tom Zé

Catorze, catorze anos,
Doze anos, doze anos

Imagine um gringo daquele tamanho
Em cima da criança pobre nordestina,
Sufocada, magricela, seca, pequenina,
Ah, nossa senhora minha

O pib da pib que pimba no seco
Pimba no molhado
Pimba no seco saco seco
Peixe badesco na filha dos outros é refresco

Ô senhora, mãe senhora,
Nessa hora olha pra tua menina, senhora

A prostituição infantil barata
É a criança coitadinha do nordeste
Colaborando com o produto interno bruto
E esse produto enterra bruto

Refrão: que dor, que dor
Que suja a bandeira
Oi, essa quebradeira
Oisquindô - lalá

Catorze, catorze anos,
Doze anos, doze anos


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Homenagem a Elis: 30 anos de saudade!



Comentário do Senhor C.:

- Era hora do almoço, e a família estava toda reunida. A TV ligada no jornal deitou silêncio no convescote ao anunciar a morte de uma estrela. O pesar da notícia só foi inferior à surpresa dos demais com o meu choro incontido. Não desejava aquela notícia e a repudiei com meu choro. Minha estrela se fora. A voz que marcou meus anos se calara. Mas agora era uma estrela. E trinta anos depois, continua lá, onde sempre esteve: na memória indelével dos seus fãs.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pausa musical: Parahyba Art Ensemble



Comentário do Senhor C.:

- O guitarrista Chico Corrêa,  mantendo a experimentação como palavra-chave, reúne-se a instrumentistas de diferentes bagagens e nacionalidades, que se encontraram na Paraíba, para fazer um som que contém influências do jazz, free jazz, música eletroacústica e, naturalmente, da nordestina, entre outras, criando ambiência para realimentar os rumos sonoros do coletivo formado pelo baterista americano Gregg Mervine, o multiinstrumentista belga Henry Krutzen, o francês Didier Guigue nos sintetizadores e flauta baixo, O DJ Guirraiz, o trompetista alemão Burgo, o baixista Mateus Alves, o VJ Spencer.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Pausa musical: Alceu Valença



Comentário do Senhor C.:

- Alceu Valença e o grupo Trem de Catende, que contava com parte dos integrantes da banda Ave Sangria. Vídeo produzido para o Festival Abertura, realizado pela Tv Globo, no qual a música foi contemplada na categoria "Pesquisa". Alceu Valença (voz e violão); Zé Ramalho (voz e viola - que todos conhecemos); e Lula Côrtes (poeta insofismável, compositor inigualável, infelizmente, falecido em março deste ano). Lula Côrtes e Zé Ramalho, nesta mesma época, realizaram o disco Paêbiru, um biscoito-fino que é pura psicodelia e rock'n'roll, que ficou vários anos como a mais cara raridade em disco do universo dos sebos e brechós até ser resgatada em cd pela ação pirata de um fã europeu. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Pausa musical: Mílton Nascimento e Nana Caymmi



Comentário do Senhor C.:

 - "morte...vela...sentinela...soul". Certas canções são eternas! Esta é uma delas, ainda mais com duas vozes tão marcantes como estas.

Pausa musical: Gil e Dominguinhos



Comentário do Senhor C.:

 - Para estas horas em que a imensidão do tempo é menor que a distância que nos separa de nós mesmos, há o lamento...e há esta bela canção de Gil e Dominguinhos, executada pelos dois ao vivo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Hoje é o dia do SAMBA: Zé Keti



Comentário do Senhor C.:

 - Somos feitos de samba, das rodas, dos quintais e do gingado que cruzou o Atlãntico na carne e no sangue que pulsa hoje em cada um....

sábado, 26 de novembro de 2011

Pausa musical: Lobão



Comentário do Senhor C.:

- Não gosto exatamente de tudo que fez Lobão, ao contrário de como gosto de quase tudo que fez Milton Nascimento ou Gilberto Gil. Mas gosto do cancioneiro deste músico, capaz de captar o 'espírito' da vida carioca e urbana brasileira nas décadas que passaram. Acho que, a despeito de suas polêmicas, seus lances ousados, sua iconoclastia e sua luta algo quixotesca, merece ser ouvido.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Saga da Amazônia: o hino ecológico de Vital Farias



Comentário do Senhor C.:

- De Taperoá/PB, há 32 anos, Vital Farias embrenhou-se na mata, e viveu entre os ribeirinhos, os índios, os garimpeiros e os animais da mata. Desta experiência, compôs esta canção, verdadeiro hino de ecologia, muitos anos antes de que este movimento, a um só tempo causa humanitária e modismo burguês, viesse à tona. Pura sensibilidade que uma artista, praticamente iletrado, pode ofertar aos mortais comuns.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ao artista que a mídia ignorou no SWU: Zé Ramalho





Comentário do Senhor C.:

Difícil classificar um artista como Zé Ramalho. Já tentaram cataloga-lo como artista regional nordestino. Já tentaram acopla-lo a uma suposta filiação com o bardo judeu-americano Robert Zimermman. E o próprio compositor quase se deixou laçar por esta identidade, afirmando-se uma espécie de Bob Dylan da caatgina. Esforço inútil. Zé Ramalho é singular. Zé é Zé, e nenhum Bob.
Regional e cosmopolita a um só tempo. Sua música é, por isso mesmo, atemporal. E não cabe em verbetes de enciclopédias, ou em taxonomias pretensamente críticas. Vale a pena conferir com este 'biscoito fino' que é Canção Agalopada. Em plena terça-feira cinzenta (alusão a outra de suas composições) que se derrama em chuva miúda, é música repleta de imagens míticas, versos grandiloquentes e fluxo narrativo aparentemente sem curso e sem sentido. Afinal, foi um tempo que o tempo não esquece! E nem poderia, pois prefere o galope soberano a loucura do mundo se entregar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

"O importante é que a nossa emoção sobreviva"

Esta bela composição, feita em parceria de Paulo César Pinheiro e Eduardo Gudin, é daquelas construções musicais que se eternizam, seja pelo lirismo da melodia de Cautela, seja pela força dos versos de Mordaça, Eis enfim...um belo clássico numa bela apresentação. Do tempo em que amigos se reuniam para cantar...e viver.



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pausa musical: Paulo Diniz

E agora  José?




Comentário do Senhor C.:

- Um eternizou o Zé, homem-comum, e seus dilemas cotidianos, numa poesia atemporal e única. Outro, o músico, eternizou a poesia do outro, nesta versão antológica, que também não tocou - e não vai tocar - no rádio...Ave Paulo!