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segunda-feira, 14 de maio de 2012

José Carlos Dias e o coronel Ustra pensam o mesmo

Verdade: tucano Dias começa mal. Pelo outro lado
Segundo o ex-ministro, não deve ser discutida a revisão da Lei da Anistia. “Não, nem pode. Já foi decidido pelo Supremo”, afirma, em referência à decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal em abril de 2010.


José Carlos Dias e o coronel Ustra estão de acordo neste ponto: o delegado Fleury e o Marighela valem o mesmo, diante da Verdade.

O Coronel Cerqueira e o Lamarca, idem.

Nessa balança, os generais que atentaram contra Hitler teriam que ir Nuremberg e condenados à forca – se não tivessem morrido antes.

O Ministro José Carlos Dias – Ministro da Justiça de FHC – tem a honra de processar esse ansioso blogueiro em nome do campeão da Democracia, o Padim Pade Cerra – clique aqui para ir à aba “Não me calarão”, onde Cerra perde invariavemente.

Dias provavelmente não leu o que disse o Presidente do Supremo, Ministro Ayres Britto, em artigo de Carlos Alberto di Franco, no Estadão, na pág. 2, desta segunda-feira:

“Onde for possível a censura prévia se esgueirar, se manifestar, mesmo que procedente do Poder Judiciário, não há plenitude de liberdade de imprensa”.

E o Cerra, como se sabe, é especialista em “se esgueirar”…

Observa a Folha que Dias defendeu presos políticos no regime militar.

O Bermudes e o Greenhalgh também.

Sobre a irreversibilidade da Lei da Anistia, o advogado José Carlos Dias, que pode vir a defender causas no Supremo, não precisa se preocupar.

O Supremo vai ser a última trincheira a cair.

Ela já caiu na Corte de Direitos humanos da OEA.

Começa a cair na consciência dos brasileiros.

Ainda mais depois das Verdades que forem expostas sobre os Fleury e os Ustra na Comissão da Verdade.


Paulo Henrique Amorim



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